Cris Amorim começou na política no PDT, inspirada pelo brizolismo. Entrou na luta dos moradores do Jardim Nova República, em Embu das Artes, contra os despejos determinados pelo Estado, e daquela resistência o bairro saiu com energia elétrica. Aproximou-se do Partido da Causa Operária durante o processo golpista que derrubou o governo Dilma Rousseff, quando participou das mobilizações da Frente Brasil Popular, e filiou-se em 2018. Esteve nas três caravanas a Curitiba organizadas pelos Comitês de Luta contra o Golpe, em defesa da liberdade de Lula, e nas mobilizações nacionais do Fora Bolsonaro desde o primeiro dia. Hoje um dos eixos centrais de sua militância é a defesa da luta do povo palestino.