Clenilza Panato é funcionária pública aposentada. Trabalhou mais de 30 anos no Tribunal de Justiça de São Paulo e esteve à frente das várias greves que os servidores fizeram ali. Quem trabalha no TJ paulista enfrenta assédio e cobrança sem limite, e nem a reposição das perdas salariais sai sem que a categoria cruze os braços. Cada reajuste arrancado ali saiu de uma greve, e foi nessa escola que Clenilza se formou. Defende a estabilidade dos servidores públicos, a reposição integral de 100% das perdas salariais, o direito irrestrito de greve contra toda intervenção do Estado nos sindicatos e o fim da ditadura do Judiciário, com eleição de todos os juízes pelo voto popular e mandatos revogáveis.