Há mais de 25 anos, Maria Fernanda Curci Vicente, a Mafê, divide o tempo entre a sala de aula e o movimento sindical. Deu aula na rede pública e na privada e esteve em inúmeras lutas em defesa da educação pública, contra o arrocho salarial, as privatizações e a destruição das escolas. Defende mais verbas para a educação e verbas públicas somente para o ensino público, o piso salarial nacional dos professores de pelo menos R$8,5 mil, a jornada de no máximo 30 horas semanais e a estatização de todo o ensino pago. Defende o fim da ditadura nas escolas e da perseguição a professores e estudantes, com eleição direta dos diretores e de todos os postos de gestão pela comunidade escolar, e o fim dos vestibulares, com livre ingresso nas universidades para os filhos dos trabalhadores.