Adriano Funileiro começou a militar no movimento estudantil, na UEP, e hoje participa do Coletivo João Cândido, o coletivo de negros do Partido da Causa Operária, e do comitê regional do Partido no Sul do País. Defende o fim do massacre do povo negro, dos jovens e dos trabalhadores, com a dissolução da polícia militar e de todo o aparato repressivo, responsável por mais de seis mil mortes por ano no País, numa verdadeira guerra contra o povo pobre. Defende o direito de autodefesa dos trabalhadores da cidade e do campo e a formação de comitês de autodefesa nos bairros. Defende ainda o fim dos vestibulares e o livre ingresso nas universidades, para que os filhos dos trabalhadores possam estudar.