Eduardo Lopes começou a militar em 2015, nas greves estudantis, quando cursava Pedagogia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde atuou no centro acadêmico do curso. Desde então esteve nas principais mobilizações dos trabalhadores fluminenses, ao lado dos funcionários dos Correios, dos operários da Companhia Siderúrgica Nacional e dos garis do Rio de Janeiro. Defende o fim dos vestibulares e o livre ingresso nas universidades, mais verbas para a educação, verbas públicas somente para o ensino público e a estatização de todo o ensino pago. Defende o direito irrestrito de greve, contra todo tipo de intervenção do Estado nos sindicatos, e a unificação dos trabalhadores das estatais para barrar com greves e ocupações as privatizações dos Correios, da Petrobrás e da Caixa Econômica.