Renato Bastos começou na política em 2013, nos atos contra o aumento da passagem, e logo percebeu que aquele movimento estava sendo usado como ferramenta para atacar a esquerda e o governo de Dilma Rousseff. Entrou na luta contra o golpe de Estado e foi ali que conheceu o Partido da Causa Operária e passou a acompanhar suas análises. A expulsão dos norte-americanos do Afeganistão, a guerra na Ucrânia e o Dilúvio de Al-Aqsa, que expôs os crimes do sionismo ao mundo inteiro, deram o impulso para que militasse. Faz panfletagem, venda de jornais e trabalho de base nos bairros, a rotina da esquerda operária revolucionária. Sua prioridade é a defesa da Palestina, pela ruptura com “Israel”, em defesa da Venezuela e da Nicarágua e contra o domínio do mercado financeiro sobre o País.