Lourdes Francisco é professora e geraizeira, do povo que vive nos Gerais mineiros, e foi militante do Movimento dos Atingidos por Barragens em Minas Gerais, ao lado das famílias expulsas de suas terras pelas empresas de energia e de mineração. Defende o direito à terra para todos que nela trabalham, o assentamento imediato dos milhões de sem-terra acampados em todo o País, a ocupação do latifúndio para garantir terra a quem nela mora e trabalha e a punição dos latifundiários e demais responsáveis pelo assassinato de trabalhadores e de lideranças da luta pela terra. Defende o cancelamento de todas as privatizações realizadas, a começar pela da Vale, mais verbas para a educação e verbas públicas somente para o ensino público, além da estatização de todo o ensino pago.